segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

A POPULAÇÃO DE NOVA FRIBURGO ESTÁ EM PÂNICO COM AS CHUVAS QUE COMEÇAM A DESABAR SOBRE A CIDADE AINDA DESTRUÍDA, PODENDO REPETIR-SE O DESASTRE QUE NÃO TEM NADA DE NATURAL. ENTENDA PORQUÊ.


A Praça do Suspiro no Centro antes da tragédia
Os governos Federal e Estadual deixaram a população p’ra lá e o prefeito embolsou o dinheiro das obras destinado à reconstrução da cidade

A mesma praça destruída pelo desastre cultural de Friburgo

(Um estudo e uma reflexão sobre o que ocorreu na Região Serrana Fluminense que deixou centenas de mortos e feridos e destruiu o patrimônio na maioria dos casos de gente que viu ir enxurrada a baixo o pouco que tinha - que decidi publicar no Blog. 
Arnaldo Moreira)

Este pode ser um cliché de tão repetido que já foi e é, mas a verdade é que a vida é feita de escolhas, e são essas escolhas que definem a vida de cada um, o modus vivendi dos grupos sociais e numa forma mais ampla das nações.

Dependendo das escolhas que fazem, as pessoas definem sua linha política, seu nível de honestidade, seriedade e honradez, são mais ou menos combativas ou permissivas, mais ou menos intelectualizadas, mais ou menos envolvidas com o meio que habitam.

É nesse âmbito que tramita o poder da mente e da maneira como é utilizada depende o comportamento de cada um.  A mente é o instrumento que o ser humano dispõe para decidir, viver de forma sustentável, inteligente e sem conflitos.

Só usando a mente as pessoas conseguem praticar ações éticas, escutar-se e não aceitar “sugestões” que as corroem mental e fisicamente, e que não são alimentadas por atitudes mentais e sim por vetores externos de alta potência sugestiva – consumismo, vaidades, ofertas, despertadores de desejos, ânsias, promessas de riquezas, de gozos fáceis, entre tantos outros.

A todo o instante somos induzidos a agir contra nossos desejos mentais de que só nos lembramos quando conseguimos nos interiorizar, mas que rapidamente a maioria de nós esquece tamanha a força dos que o professor Evandro Ouriques chama de culpados externos que nos incentivam a esquecer a nossa cultura nata para comprar os seus chamativos e irresistíveis produtos.

Quem em sã consciência, no pleno controle de sua mente, aceitaria respirar o gás carbônico das fábricas e dos automóveis, concordar construir – e nós mesmos as construímos – usinas nucleares, sabendo de antemão que podem explodir, liberar gases letais e causar estragos humanos incomensuráveis?

Afirmo que os poderosos – em torno de 50 conglomerados, de acordo com recente notícia publicada na Imprensa – que controlam o mundo usando a sua mais eficiente arma social, o capitalismo, qual sereia que com seus poderes mágicos encanta pescadores e quem não se precaveu contra tal canto, conseguem no mesmo passe de mágica direcionar e dirigir seus encantos dominando as mentes das massas através de uma perfeita rede sincronizada de ações globalizadas, subornando-as nos anúncios de belos carros, de espantosas moradias, de mulheres (e homens) atraentes, de ofertas de facilidades que não passam de um engodo hipócrita facilmente comercializado aproveitando-se da compulsão pelo consumo que eles mesmos, os donos das mentes, fomentaram nos out doors da ilusão.

É assim em todos os campos da sociedade que vivemos, de que participamos. E está presente na mulher que já tem em seu armário 1.845 sapatos, mas não resiste a aumentar seu “estoque” em mais alguns pares ao passar pela vitrine de uma iluminada loja.

A mesma compulsão, desejos no fundo semelhantes, levam milhares de seres humanos a adquirir apartamentos em determinada área de uma cidade já densamente ocupada e que é todos sabem não possui infraestrutura para tanta gente.

O número de edifícios cresce diante das ofertas de facilidades de toda a ordem que escondem o que deveria ser preocupação das autoridades que regem os serviços básicos: fornecimento de água e eletricidade, sistemas de esgotamento sanitário e os serviços viários.

O exemplo mais flagrante dessa desordem urbana é Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, um bairro em que predominava a habitação horizontal e que a ganância pelo lucro fácil verticalizou em menos de duas décadas de forma descontrolada, mas legalizada à custa de gordas propinas pagas pelos empreendedores aos servidores públicos envolvidos direta e indiretamente na liberação dos projetos, custos obviamente inseridos nos preços dos imóveis.

O custo dessa insanidade e da desonestidade e falta de ética, além das dificuldades primárias dos serviços públicos incapazes de atender a uma demanda dessa natureza, é o pago diariamente pelos moradores quando tentam entrar ou sair de casa: as artérias do bairro tomadas por um poluidor trânsito descomunal, incompatível com a sustentabilidade do bairro invadido, ficaram intransitáveis e quando chove um pouco mais se transformam em pântanos de excrementos, rios de lama da irresponsabilidade – e da ausência do uso da mente sustentável.

As pessoas no afã de se acomodar, de subir na vida, deixam-se hipnotizar pelo canto das sereias da mídia e embarcaram nessa nau sem atinar que navegarão no mar revolto da incapacidade pública e de sua própria inaptidão para se enxergar a nuvem negra que encobre um oceano de problemas, qual Triângulo das Bermudas em que passarão a navegar.

É assim também com a família que deseja viver em meio à natureza e “por coincidência” se depara com um belo anúncio muito bem marketado, atraentemente editado e diagramado oferecendo uma casa de campo incrustada em plena mata, longe do borburinho da cidade, mas perto de serviços urbanos que tornarão sua vida um mar de rosas, em Nova Friburgo.

E a família programa um sábado para conhecer seu recanto de recarga de baterias, para enfrentar o stress da cidade. É lindo o lugar, a casa na beira da encosta, confortável, espaçosa, envolvida pela natureza, pássaros cantando, o ladrar de um cão aqui e ali e o que mais admira a família o rio correndo ingênuo, mas ligeiro atrás do Lar Feliz, como passou a chamar-se. 
- Ah, que encanto, que alegria, que sorte ter achado essa casa. 
Negócio fechado e pé na estrada, rodando na felicidade da insustentabilidade.

A alegria pela aquisição do Lar Feliz é imensa e todos os fins de semana a família ruma para sua casa de Friburgo empoleirada na encosta rodeada de árvores, em meio a um belo campo gramado, verde, viçoso. A família depois de alguns meses já fez amigos entre a vizinhança, toda vivendo a felicidade que parece escorregar do alto do morro para suas vidas.

Em conversa com os amigos, a família descobre um dia que a casa que comprara fazia parte tempos antes de um loteamento vendido por um empreendedor que inicialmente teve problemas com a legalização das construções, junto aos órgãos ambientais oficiais, exatamente pela “necessidade do projeto” de construir na encosta do morro, mas logo surgiram laudos atestando a segurança das encostas e tudo foi resolvido, abafando as poucas vozes advertindo que os laudos de nada serviriam quando a natureza escorregasse encosta abaixo.

A montanhosa cidade de Nova Friburgo não era a única privilegiada pela ocupação imobiliária desordenada de um lado gerada pelas famílias de posses que adquiriam terrenos a preço de ouro e de outro o clientelismo e o paternalismo políticos inchando essas encostas com famílias pobres sem opções nenhumas de moradia além das oferecidas e/ou permitidas pelos políticos.

Nas épocas de chuvas, assim como Jacarepaguá, Friburgo, Teresópolis e Petrópolis passaram a sofrer os efeitos da ocupação imobiliária desordenada. Deslizamentos de terras que arrastavam barracos e casas menos seguras barranco abaixo, mas nada que chamasse tanto a atenção dos moradores descobrirem o perigo que os rondava, mas a cada período de chuvas as consequências eram mais graves, um verdadeiro alerta vermelho para um perigo eminente.

A família de Friburgo vezeira habitante de final de semana de sua casa também nunca atinou, nem tinha tempo para isso, para os deslizamentos que aconteciam em morros ao redor de sua casa. Era, no entanto, incapaz de gestar seus arranjos produtivos mentais e não descobrira que para continuar viva teria de lançar mão de sua mente sustentável.

Descobriu isso muito tarde, assim como todos os outros que não resistiram ao avanço implacável da natureza que no dia 10 e 11 de janeiro de 2011 respondeu à corrupção, à irresponsabilidade, à desordem urbana, ao descaso da forma mais cruel: desabou em meio a um temporal sobre a cidade, escorregou pelos morros levando tudo o que estava pela frente e com ela a família feliz do Lar Feliz que um dia esqueceu-se de que nem tudo o que luz é ouro.

O desastre logo denominado natural foi alvo do interesse da décima edição (em cinco anos) do Curso de Extensão de Jornalismo em Políticas Públicas e Sociais, oferecido pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e orientado pelo  professor Evandro Ouriques, que passaram a analisar o caso, como trabalho final do curso.

O que logo ficou claro foi o erro crasso na denominação da tragédia. O ocorrido em Friburgo não tem nada de natural. Foi um desastre cultural. Gerado pela cultura do insustentável, pela prevalência dos interesses pessoais sobre a natureza e o meio ambiente.

O tsunami que destruiu o Japão foi um desastre natural. O terremoto que arrasou o Haiti foi um desastre natural. A enxurrada que atingiu Nova Friburgo foi um desastre cultural provocado pela falta de cuidado com a natureza e o meio ambiente que nos cerca.

O permissivismo, omissão, inércia das pessoas diante das alterações culturais exercidas sobre a natureza – de um lado, feitas à sua (na verdade, à nossa) nossa revelia, e de outro com a devida permissão – em que ploriferam os princípios capitalistas tão naturalmente arraigados à nossa mente, tornando-a insustentável, e a força que isso exerce sobre nós, impede a nossa reação e faz com que consideremos natural tudo que nos é vendido pela mídia.

O canto da sereia do capitalismo é irresistível e temos de reconhecer que o capitalismo é extremamente idealista. Como diz o professor Evandro Ouriques, o idealismo do capitalismo é tão soberbo que não gosta, aliás, odeia a matéria: se gostasse, enfatiza o professor, amaria as pessoas, preservaria os recursos naturais.

Essa sábia sentença deixa claro que o capitalismo gosta é de controlar tudo o que gravita à sua volta e faz isso com uma maestria impecável, a ponto de esse controle formar uma rede eficiente e eficaz envolvendo seus obedientes usuários, que destrói os desejos libertários natos de cada um, distorcendo esses desejos libertários que passam a ser possuir um carro luxuoso, confortável, potente, ter uma casa localizada em área nobre, ricamente decorada, apesar de paga a peso de ouro e de nem sempre dentro de suas posses, sabe-se lá a que custo, para atender às vaidades sociais.

Mas um dia a natureza se levanta cansada de ser vilipendiada, atingida, arrasada e cobra caro, muito caro, todas as investidas que sofreu e numa enxurrada leva de roldão o Lar Feliz encosta a baixo com todo o recheio material e a família que um dia a adquiriu levada pelo anseio de possuir sem questionar seu território mental.

E assim é notícia anônima no mundo todo:

domingo, 18 de dezembro de 2011

A MAIORIA DO POVO PORTUGUÊS PASSANDO NECESSIDADE, O PAÍS À MÍNGUA E A RTP PAGANDO SALÁRIOS ALTÍSSIMOS

RECEBI ESTE ARQUIVO QUE POSTO NO BLOG DEPOIS DE PUBLICAR A ÚLTIMA MATÉRIA QUE DÁ CONTA DAS DIFICULDADES EM QUE VIVEM OS PORTUGUESES AFOGADOS NUMA CRISE ECONÔMICA JÁ COM GRAVES REPERCUSSÕES SOCIAIS. TRATA-SE DE UMA PUBLICAÇÃO DA REVISTA PORTUGUESA FOCUS SOBRE OS SALÁRIOS PAGOS NA RTP, TELEVISÃO ESTATAL, QUE SEGUNDO A REVISTA SEUS FUNCIONÁRIOS NÃO SENTIRAM AINDA O PESO DA CRISE, ENQUANTO OS DEMAIS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS JÁ TIVERAM, CORTES NOS SALÁRIOS, NÃO RECEBERÃO O 13° SALÁRIO E SUBSÍDIO DE FÉRIAS.

CLIQUE ABAIXO PARA CONFERIR:

https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment?ui=2&ik=51b18ca103&view=att&th=1344dc37b62fc388&attid=0.1&disp=inline&realattid=9bc70f94aef226b1_0.1&safe=1&zw&saduie=AG9B_P8pt_ygHWMkoGJQctdEZWc2&sadet=1324181045228&sads=ALfv3EllAwCOIz4-TSpilV2mDlg

sábado, 17 de dezembro de 2011

MONSANTO, UMA VILA ABSOLUTAMENTE MEDIEVAL RESISTE AO TEMPO E À CIVILIZAÇÃO MODERNA

A gruta do restaurante Petiscos e Granitos, de Monsanto. Foto do meu compadre: Antônio Martins.

A localidade de Monsanto, situada a 258 km de Lisboa e a 176 km do Porto, é considerada a aldeia mais portuguesa de Portugal. Um lugar que conseguiu resistir à civilização moderna e que chega ao século XXI como uma pintura em relevo mantendo as características originais, absolutamente medievais.

Monsanto foi conquistada aos mouros por D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, em 1165, e doada à Ordem dos Templerários que construíram ali um castelo que sofreu vários ataques dos espanhóis, até que, em 1217, os templários reedificaram a fortaleza e, depois, as muralhas, em 1293.

O castelo sempre foi ocupado pelo exército português que rechaçou todos os ataques dos espanhóis que queriam a todo o custo tomar o castelo, pela sua localização estratégica. No século XIX uma explosão no paiol de munições do castelo, numa noite de Natal, destruiu parcialmente o castelo, de que hoje restam apenas duas torres.

Monsanto é uma cidade que não pode faltar na sua próxima viagem a Portugal. Veja porque clicando abaixo:

https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=gmail&attid=0.1&thid=134209599a4dbc00&mt=application/vnd.ms-powerpoint&url=https://mail.google.com/mail/?ui%3D2%26ik%3D51b18ca103%26view%3Datt%26th%3D134209599a4dbc00%26attid%3D0.1%26disp%3Dsafe%26realattid%3D169dde250e3b1aa1_0.1%26zw&sig=AHIEtbT1etAkC8N9Go7jPKCDdomnIJutog


CONSÓRCIOS APRESENTAM PROPOSTAS PARA USINAS GARABI E PANAMBI


Os consórcios que pretendem concorrer para construir as usinas binacionais (Brasil-Argentina) Garabi e Panambi entregaram esta semana as propostas à Eletrobrás e à estatal argentina de energia elétrica Ebisa, que formaram a parceria entre os dois países.
O grupo que for escolhido como vencedor da licitação terá 21 meses para concluir os estudos de engenharia e os estudos ambientais do projeto. Após a aprovação dos estudos, haverá outra licitação para contratar as empresas responsáveis pela construção das usinas.
De acordo com o ministro do planejamento argentino, Julio de Vido, a obra vai demandar US$ 4,2 bilhões de investimentos, com prazo de cinco anos para a conclusão do empreendimento.
A capacidade instalada dos dois projetos será de 2.200 MW e está prevista a geração de 7.500 postos de trabalho diretos.
(Fonte: Petrobras)
ACIDENTE DA CHEVRON DEVE ENCARECER SEGUROS PARA OPERADORAS

O primeiro tremor foi o acidente da BP, em abril do ano passado, que fez com que o mercado de seguros e resseguros tivesse que arcar com US$ 1 bilhão de despesas, que podem chegar a US$ 3 bilhões dependendo do desenrolar da história. Agora o vazamento da Chevron, no Campo de Frade, pode ser mais um agravante para o aumento dos preços e do rigor na hora em que as operadoras forem renovar seus seguros. O coordenador da área de óleo e gás do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB-Brasil Re), Carlos Vinicius Simonini, conversou com o repórter Daniel Fraiha e contou o que acha que deve acontecer no mercado.
O acidente da Chevron em Frade está gerando alguma conseqüência no mercado de seguros e resseguros?
Todo evento tem influência no mercado de seguros, mas neste caso especificamente acredito que teremos uma influência maior na percepção de risco para operações de áreas profundas do que uma grande perda financeira para o mercado. Acho que as mudanças serão, do ponto de vista do segurador, como estamos vendo as operações e os riscos envolvidos na atividade. A maior mudança que deve surgir, no entanto, é a regulamentação da atividade de óleo e gás no Brasil. A regulamentação para operações offshore está há mais de 10 anos sem sofrer mudanças significativas, tanto que as multas aplicáveis são baseadas em leis de 12 anos atrás. Sendo que já evoluímos muito nas atividades e nos riscos envolvidos na exploração até hoje. Acho até que somos um país de bastante sorte, já que tivemos um evento que poderá abrir os nossos olhos para possíveis desastres, sem ter de fato alcançado uma dimensão tão grande.
Novas regulamentações são positivas para o mercado de seguros?
Obviamente quaisquer regulamentações que induzam a utilização de melhores práticas são benéficas sob o ponto de vista do mercado segurador. No fundo sabemos que quando se tem um risco maior de pesar no bolso, as empresas tendem a tentar se enquadrar nas práticas demandadas.
As multas em caso de acidentes estão incluídas nos seguros?
Não. Multas são exclusões tácitas de todas as coberturas ligadas ao segmento. Em termos de seguro, o que pode ser atingido no evento em questão é uma cobertura específica para exploração e produção destinada a eventuais despesas extras do operador, advindo de descontroles de óleo e gás ou fluidos em um poço. Nestes casos o segurador arca com os gastos envolvidos em diversas frentes, desde a mobilização de embarcações, os procedimentos para controle do fluxo, eventualmente a poluição e até a perfuração de um novo poço.
O acidente de Frade deve influenciar no aumento de preços dos seguros para o setor?
Existe uma possibilidade de encarecimento, especialmente em alguns segmentos como despesas extras do operador e responsabilidade civil. O mercado não é somente movido por perdas financeiras, mas também pela percepção de risco. Este é mais um evento que aumenta essa percepção do quão complexas e arriscadas são operações em águas profundas. Isso nos mostra que eventos como o de Macondo, no Golfo do México, estão sujeitos a ocorrer também em território nacional.
Além do preço, o rigor na hora de fazer um seguro deve aumentar?
Todos os seguradores levam em consideração eventos ocorridos e práticas empregadas pelas empresas, além dos tipos de operação. Então sem dúvidas eventos como esse vão influenciar nas análises dos seguradores. E ao mesmo tempo isso pode gerar um aumento da demanda por seguros para suas atividades. Pode haver um efeito de aumentar a aversão a risco e, consequentemente, ao aumento da sua transferência, especialmente através da contratação de seguros.
Você disse que levam em conta as práticas empregadas pelas empresas. A Chevron pode ter que pagar mais caro por novos seguros em função das atitudes que tomou neste caso de Frade?
Dependendo do que for apurado nos eventos, é possível. Ainda existe muita incerteza com o que realmente ocorreu neste caso, de modo que só com o fim das investigações é que teremos as dimensões exatas do que realmente aconteceu.
Como é visto o seguro para a área de óleo e gás no Brasil?
É um dos segmentos mais específicos. No mundo inteiro há um número limitado de seguradores especialistas nessa área. É uma das áreas que melhor representam classicamente o que chamamos de “grandes riscos”, porque envolvem operações extremamente técnicas, altíssimos investimentos e, no caso de ocorrerem eventos inesperados, eles são vultosos. Falamos de operações de dois ou três bilhões de dólares, então essas operações precisam ser pulverizadas nos mercado de resseguros na maior parte do mundo.
É uma das áreas em que mais são procuradas as resseguradoras?
Sim. Por conta desses valores, as empresas buscam as resseguradoras para repassar parte dos riscos. Afinal, são riscos vultosos, com perfil de severidade, de um setor extremamente especializado. São típicos riscos que necessitam do mercado ressegurador.
A Petrobrás anunciou em outubro que talvez não renove as apólices. Como as seguradoras vêem isso?
Não acredito que ela não vá renovar. É uma companhia que sempre se mostrou muito equilibrada e balanceada em relação à transferência de risco. Pode haver uma mudança de estratégia, mas não acredito que vá descambar para nenhum dos dois lados. As empresas de petróleo têm suas próprias políticas de retenção e transferência de risco. A Petrobrás tenta mesclar, retendo uma parcela dos riscos e transferindo outras. Isso depende da aversão de risco de cada companhia. No caso dela, o perfil é o de uma companhia que confia bastante em sua operação e procura reter boa parcela do seu risco. Já a parcela repassada é diversificada. Ela contrata significativos programas tanto na área de exploração e produção quanto na área de refino.
Quanto a área de óleo e gás representa no valor total das apólices do IRB?
Hoje, a área de óleo e gás produz cerca de 10% do volume total de prêmios subscritos pelo IRB. Até setembro deste ano só o mercado de exploração e produção brasileiro movimentou mais de R$ 300 milhões em prêmios. Este total foi movimentado no mercado de seguro, e cerca de 85% é retransmitido para o resseguro facultativo, em que o IRB tem mais de 50% de market share do segmento. Isso já é a maior marca em toda a história dos seguros do setor no Brasil. Em termos de prêmio para o mercado segurador isso é um montante muito significativo. Para você ter uma idéia, a área de exploração emitiu no ano passado inteiro cerca de R$ 150 milhões em prêmios.
Qual foi o impacto gerado no mercado de seguros pelo acidente da BP no Golfo do México, em 2010?
No Golfo do México tinham cerca de US$ 3 bilhões de coberturas contratadas, sendo um terço relativo a danos físicos, como a própria unidade da Transocean, a remoção de destroços e a cobertura de despesas extras do operador, e dois terços em coberturas de responsabilidade civil, indenizações aos envolvidos e quaisquer reclamação de terceiros. Toda operação tem muitas empresas envolvidas que não são só companhias de petróleo que operam no campo. Tinham várias empresas, como a Transocean com a sonda, a Cameron, encarregada do Blow Out Preventer, conjunto de válvulas destinadas a fechar o poço em caso de descontrole, que não funcionou, tinha a Halliburton, responsável pela cimentação do poço, entre outras. As apólices de responsabilidade civil podem ser acionadas, mas os sinistros de responsabilidade civil geralmente são discutidos por anos até que se cheguem às conclusões. No entanto, a cobertura da sonda, da remoção de destroços e das despesas extras do operador, representou cerca de US$ 1 bilhão. Como a maioria dos grandes especialistas em seguros da área participam nos grandes programas, houve uma tendência de aumento de preço no mundo inteiro. O impacto no mercado de seguros só não foi maior porque a BP não contrata seguros no mercado, ela tem uma companhia cativa que assume todos os riscos das suas operações. Mas nos últimos dois anos, além de Macondo, tivemos alguns eventos severos no segmento. Então existe uma tendência geral de endurecimento do ciclo de subscrição, ou seja, quando os seguradores se tornam mais restritivos com os riscos aceitos e mais conservadores na taxação.
Há diferenças nos seguros para exploração no pré-sal?
Sem dúvida. Operações em águas profundas são bem mais complexas e, consequentemente, têm um risco maior e coberturas mais caras. Varia muito de operação para operação. Por exemplo, existem poços em águas profundas que custam até US$ 200 milhões a perfuração. Nestes casos, o custo da cobertura pode chegar a US$ 10 milhões. Depende das N variáveis envolvidas em cada operação. Hoje as resseguradoras analisam as complexidades da operação não se atendo à que camada do solo se está atingindo, mas sim levando em consideração todos os possíveis riscos envolvidos.
Existem casos em que as seguradoras não fazem a cobertura no setor de óleo e gás?
Tudo tem seu preço e sua estrutura. É uma área de perfil de risco de severidade e muito especializada, então pode ser que um determinado programa ou estrutura não seja integralizado no mercado, mas posso dizer que o mercado brasileiro tem conseguido prover soluções para todas as companhias.


(Fonte: site da Petrobras)

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

GOVERNO DEIXA FAMÍLIAS PORTUGUESAS À MINGUA.

Primeiro-ministro, Passos Coelho, e presidente, Cavaco Silva, submetem o País às exigências da troika e do FMI e tornam o Natal e o Ano Novo dos portugueses um inferno

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Portas, justificou a sobretaxa sobre o subsídio de Natal dos funcionários públicos portugueses como uma condição para a troika aceitar a receita extraordinária da transferência dos fundos de pensões da banca. 

Essa notícia deixa qualquer um estarrecido. O governo português jogou o funcionalismo público nas ruas da amargura para atender à corja que compõe essa troika e o FMI. O primeiro-ministro Passos Coelho e o presidente da República, Cavaco Silva, num gesto de irresponsável e criminosa submissão conseguiram transformar a vida dos portugueses num inferno neste fim de ano.
Paulo Portas disse que foi necessário recorrer à sobretaxa sobre o subsidio de Natal deste ano para que o país desse um sinal claro de que pretende emendar as suas contas públicas e só nessa circunstância é que o triunvirato - o FMI e a União Europeia - aceitaram a receita extraordinária dos fundos de pensões. E para isso criaram uma situação de penúria para as famílias que contam já com diversos membros desempregados. 
"O Governo quando verifica as contas percebe que tem no primeiro semestre deste ano um desvio bastante significativo, à volta dos três mil milhões de euros. Significava que nós íamos direitinhos contra a parede, nós enquanto país", disse.
Questionado se pode garantir que não haverá novos aumentos de impostos no próximo ano - além dos previstos no Orçamento - , Paulo Portas nunca respondeu diretamente, salientando que o Governo terá de fazer "tudo o que estiver ao seu alcance para que a execução orçamental corra bem".

Essa pergunta dos jornalistas ao ministro Paulo Portas, sim, exatamente, esse que esteve envolvido com problemas que mancharam sua candura, pelo menos teve uma resposta honesta de Portas, porque o governo cederá a todas as exigências da troika e do FMI. O povo que se lixe.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

MAIS DINHEIRO PARA A CRISE PORTUGUESA, MAS O ARROCHO SALARIAL E ECONÔMICO CONTINUA

QREN: Bruxelas liberta €600 milhões para Portugal

A Comissão Europeia aprovou hoje formalmente o envio para Portugal de €600 milhões de euros resultantes de uma reprogramação do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), que serão aplicados na promoção da economia e do emprego.
A informação foi dada hoje à Agência Lusa pelo secretário de Estado Adjunto, da Economia e Desenvolvimento Regional, António Almeida Henriques: "Tivemos hoje formalmente a aprovação, por parte da Comissão Europeia, da reprogramação técnica do QREN. Foi um processo que iniciamos em julho e que mereceu hoje a provação final por parte da União Europeia".
Esta aprovação significa que, "do ponto de vista de impacto direto, Portugal ainda até ao final do ano irá receber 600 milhões de euros que resultam desta reestruturação", afirmou.
"Isto tem impacto direto na economia que, felizmente, se concretiza antes do final do ano, o que significa que este dinheiro ainda chegará de Bruxelas para aplicação no ano de 2011", acrescentou o secretário de Estado.

QREN é "o principal instrumento do país para ultrapassar período complexo"


A promoção do emprego, o apoio às empresas e o pagamento de dívidas são algumas das áreas destacadas pelo governante para aplicação daquele montante.
Sublinhando que o QREN é "o principal instrumento que o país tem para poder ajudar a ultrapassar este período complexo", António Almeida Henriques disse que os €600 milhões de euros vão ser aplicados "essencialmente em investimento produtivo e no apoio às empresas que têm capacidade exportadora e de criação de novos mercados".
A promoção do empreendedorismo e o aparecimento de novas empresas, a inovação como forma de se conquistar novos mercados e a formação das pessoas são outras áreas que destacou.
Aquele montante vai "assegurar também a retoma, a um ritmo adequado e com prazos curtos de pagamentos, para os próprios promotores".
Para o governante, "este é também um aspeto significativo, porque permitirá que, através de fundos comunitários, se possa continuar um processo célere de pagamento às autarquias e às empresas, o que é benéfico para a economia".

Governo vai "refocalizar" na valorização do território 


O Governo vai também "refocalizar" o QREN na valorização do território. "A única maneira de podermos fixar pessoas e de podermos fazer com que os territórios não se desertifiquem cada vez mais é estimulando a atividade produtiva e não através de investimento público, que depois não tem efeito reprodutor", defendeu António Almeida Henriques.
Os €600 milhões hoje aprovados resulta da diferença do que já foi pago nos últimos cinco anos e do que é aplicável de acordo com as novas regras de co-financiamento do QREN.
Portugal tinha uma taxa de co-financiamento de 85%, mas pediu à comissão uma reprogramação e beneficia agora de um incentivo de mais 10%, usufruindo assim de uma taxa de co-financiamento de 95%.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Competição encerra temporada de 2011 em Florianópolis, deixando legado para o litoral brasileiro por meio do projeto Petrobras Surf pelas Florestas

Ações ambientais da Petrobras tornam Brasil Surf Pro um dos campeonatos mais sustentáveis do mundo
Durante as cinco etapas de 2011 da maior competição de surfe do País, o Brasil Surf Pro, diversas cidades do litoral brasileiro receberam ações a fim de informar, educar e engajar a sociedade local e os surfistas com foco na importância de preservar nossas florestas. Não será diferente na última etapa, realizada em Florianópolis, na praia da Joaquina, de 14 a 18 de dezembro, quando será decidido o título brasileiro feminino e masculino.

Além da gestão sustentável do evento, o projeto ambiental Petrobras Surf pelas Florestas oferece espaços de conhecimento e integração socioambiental, palestras, visitas de escolas municipais à praia com atividades pedagógicas, café da manhã socioambiental e expedição de conhecimento. As atividades possibilitarão que a comunidade, lideranças socioambientais locais, público e surfistas tenham uma convivência com a cultura de sustentabilidade.

Para engajar as feras do surfe nessa "onda" ambiental o evento criou os "surfistas verdes". Cada onda surfada que receber nota igual ou acima de oito corresponderá ao plantio de cinco árvores. Já a tão esperada nota 10 vai gerar 50 plantios. Entre a neutralização das emissões de CO2 do evento e os plantios realizados pelos "surfistas verdes", a estimativa é que sejam plantadas 500 árvores até o final da competição, dependendo das condições do mar.

Uma parceria especial foi desenvolvida com o Projeto Carbono Social em Rede, do Centro Vianei de Educação Popular, contemplado pelo Programa Petrobras Ambiental e que atua na região serrana de Santa Catarina, no entorno do município de Lajes. Todas as emissões de CO2 geradas pelo Brasil Surf Pro serão compensadas por meio de plantio de árvores em propriedades de agricultores familiares. As árvores dos "surfistas verdes" serão plantadas no recém criado "Bosque do Surfe" em homenagem a esta parceria.

"A Petrobras é uma parceira de longa data do surfe nacional e, ao mesmo tempo, fortemente comprometida com a sustentabilidade. Por isso, as competições patrocinadas pela Companhia são uma ótima oportunidade para realizar ações promocionais ", explica o coordenador de Promoções da Petrobras, Diego Pila. "Este ano, resolvemos focar em ações de entretenimento, informação e engajamento do público jovem, das comunidades locais e dos surfistas quanto à importância de preservar nossas florestas. Estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos."

O sucesso da metodologia utilizada na plataforma sustentável pode ser medido pela reação dos participantes da Global Wave Conference, conferência organizada pela Surfrider Foundation e realizada em outubro nas cidades de Biarritz (França) e San Sebastián. (Espanha). "Apresentei o projeto durante o evento e os participantes, de países como França, Portugal, Holanda, Austrália, Japão, EUA, Argentina e México, disseram não conhecer outro projeto que aborde a questão de sustentabilidade com tanta profundidade e seriedade", conta Glenn Suba, coordenador-geral das ações ambientais do Brasil Surf Pro.
Expedição - Para encerrar esta edição do projeto com consciência e atitude, a equipe ambiental do campeonato realizará no sábado, dia 15, uma expedição ecológica de stand up paddle (modalidade de surfe praticada com ajuda de remos), canoas e caiaques pela Lagoa da Conceição, em parceria com entidades de surfe locais.

Além disso, dez árvores serão plantadas para homenagear o final do Ano Internacional das Florestas. "A gente preserva aquilo que amamos e vamos apresentar a belíssima Lagoa de Conceição de outro ângulo, pouco conhecido, no intuito de engajar cada vez mais pessoas na luta pela sua preservação", comenta Glenn Suba.

No domingo dia 18, o Brasil Surf Pro (BSP), em parceria com o Projeto Tamar de Florianópolis e o Joaquina Surf Club, mobilizarão na praia da Joaquina, nas dunas e no costão, um grande mutirão de limpeza. A iniciativa vai preparar o caminho para a soltura de tartarugas marinhas reabilitadas após captura acidental em redes de pesca. A ação será realizada em frente à estrutura do evento, entre as baterias da semifinal e final.

"Vamos trabalhar juntos com a ONG Joaquina Surf Club para deixar um legado de educação e conhecimento ambiental, mostrando a importância do surfe no engajamento da população em prol da preservação das praias", explica Glenn Suba. A organização também promoverá um curso de pedagogia e gestão ambiental para escolas associadas da Aces (Associação Catarinense das Escolas de Surf) e associações de surfe, com palestras, metodologias e encenação de atividades pedagógicas, além de noções básicas de gestão ambiental das praias onde operam.

Alunos de escolas municipais e integrantes de projetos sociais da região terão oportunidade de curtir a área da competição entre os dias 14 e 16. Recebidos pela equipe pedagógica do campeonato, a garotada fará um passeio pela estrutura do evento e participará de gincanas e atividades pedagógicas com foco na preservação das florestas.

Os alunos e convidados do evento conhecerão o espaço Petrobras Surf Pelas Florestas e aprenderão dicas simples de como preservar as florestas do Brasil. A tenda funcionará ao lado da estrutura principal do BSP, nos dias do evento.

O programa Petrobras Surf Pelas Florestas conta com apoio do Ministério do Meio Ambiente.
As etapas do Brasil Surf Pro são transmitidas ao vivo pelo www.brasilsurfpro.com.br.
 
Agenda Ambiental Brasil Surf Pro - Etapa Florianópolis - Praia da Joaquina

13/11 - 10h às 12h - Curso em Pedagogia e Gestão Ambiental (primeira parte).

14/12 - 16/12 - 8 às 11h30 e 13 às 17h - Excursões de projetos sociais e escolas municipais para local do campeonato.

16/12 - 14 às 16h - Curso em Pedagogia e Gestão Ambiental (segunda parte).

17/12 - 7 às 10h - Expedição Surf Pelas Florestas - Remada pela Lagoa da Conceição.

17/12 11 às 12h - Eco-brunch - Confraternização entre representantes de projetos ambientais e da comunidade Surfe do Florianópolis.

18/11 - 8 às 10h - Mutirão de limpeza da praia da Joaquina.

18/11 - 10h30 às 11h - Soltura de Tartarugas Marinhas (entre semifinais e finais). 

Caravanas Esportivas do Programa Petrobras Esporte & Cidadania capacitaram 1.500 instituições em 29 cidades

Cerca de 3 mil participantes de 1.500 instituições passaram pelas oficinas gratuitas da Seleção Pública 2011 do Programa Petrobras Esporte & Cidadania, em 26 estados brasileiros e no Distrito Federal, totalizando 29 cidades. Durante três meses as instituições receberam orientações nas Caravanas Esportivas presenciais para a elaboração de projetos que irão promover a inclusão social por meio de atividades esportivas para crianças e adolescentes, promovendo a igualdade de acesso aos interessados.  


A primeira cidade a receber a caravana foi Porto Velho, em Rondônia, em 30 de agosto, e a última localidade a sediar a oficina foi Macapá, no Amapá, em 6 de dezembro.  A Seleção Pública 2011 do Programa Petrobras Esporte & Cidadania irá destinar R$ 30 milhões, no período de dois anos, para projetos de esporte educacional, alinhados aos princípios de inclusão, educação integral, cidadania e diversidade. Para divulgar as caravanas, diversos atletas e ex-atletas percorreram as cidades, convidando as instituições a inscreverem seus projetos. Participaram deste roteiro esportistas de vôlei, como Ana Moser, Fofão, Ida, Leila e Jackie Silva, além de Marta Sobral, do basquete, a ginasta Larissa Barata e o velejador Ted Monteiro.

O sistema de inscrição de projetos do Ministério do Esporte estará liberado a partir de 1º de fevereiro e as inscrições para participar da Seleção Pública 2011 do Programa Petrobras Esporte & Cidadania poderão ser feitas gratuitamente até 1º de março de 2012. O modelo de formulário para inscrições está disponível no site da Seleção Pública (www.petrobras.com.br/ppec) e servirá de documento de apoio para a elaboração do projeto de acordo com a Lei Federal de Incentivo ao Esporte.

Para auxiliar as instituições a Caravana Esportiva Virtual continuará até o encerramento das inscrições: uma equipe de especialistas está à disposição no site da seleção pública para prestar esclarecimentos das 9h às 21h até 1° de março de 2012.

Seleção Pública - No dia 1º de agosto, a Petrobras lançou, no Rio de Janeiro, a Seleção Pública 2011 do Programa Petrobras Esporte & Cidadania. Serão investidos R$ 30 milhões, no período de dois anos, em projetos voltados ao desenvolvimento de crianças e adolescentes por meio do esporte, alinhados aos princípios de inclusão, educação integral, cidadania e diversidade. A Seleção Pública de Projetos é uma iniciativa estratégica do Programa, que visa democratizar o acesso de organizações sociais, em todo o País, aos recursos da Petrobras no segmento de esporte educacional. Representa o maior investimento já realizado por uma empresa nesta área. A divulgação pública dos resultados do processo seletivo será feita até junho de 2012, pela imprensa e pela Internet, emwww.petrobras.com.br/ppec.

O Programa Petrobras Esporte & Cidadania - Em outubro de 2010, a Petrobras lançou o Programa Petrobras Esporte & Cidadania, uma das mais abrangentes iniciativas de apoio ao esporte do Brasil. O programa vai destinar, até 2014, recursos a quatro diferentes segmentos: Esporte de Rendimento - boxe, esgrima, remo, taekwondo e levantamento de peso -, Esporte Educacional, Esporte de Participação e Memória do Esporte. A iniciativa é uma parceria da Petrobras com o Ministério do Esporte.

O lançamento do Programa Petrobras Esporte & Cidadania consolida a posição da Companhia como grande incentivadora do esporte nacional, contribuindo para a formação de novas gerações de brasileiros que valorizem atributos como disciplina, ética e superação de desafios e, principalmente, para transformar o esporte numa ferramenta para promover a inserção social de Norte a Sul do País.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

AUDI DIVULGA VÍDEO INSTITUCIONAL DA INCRÍVEL E BELÍSSIMA CIDADE DE LISBOA. IMPERDÍVEL



A Audi produziu um vídeo de propaganda da marca especialmente para Lisboa, em que fez uma autêntica e perfeita divulgação turística da capital portuguesa, a partir de uma história de uma mulher que esqueceu o telefone celular no banco do barco que faz a travessia do Rio Tejo, entre Cacilhas e Lisboa. 

Um gajo que estava sentado a alguns lugares dela viu o telefone sobre o banco e partiu,a bordo de um  pela cidade à procura da mulher, realizando um tour passando por diversos bairros e enaltecendo os pontos turísticos, a cultura e gastronomia, um item muito forte em Portugal.
Assista o vídeo e conheça ou mate saudades de Lisboa.

sábado, 3 de dezembro de 2011

COSTA DO MARFIM VENDE SEU TURISMO NO BRASIL

Costa do Marfim realiza workshop para atrair turistas brasileiros
Com o intuito de incrementar o número de turistas brasileiros que visitam a Costa do Marfim, o órgão promocional do país africano vai promover, no próximo dia 5 (segunda-feira), em parceria com a Embaixada da Costa do Marfim no Brasil, um workshop sobre o país.

O evento vai acontecer às 18h:30, no Windsor Atlântica Hotel, em Copacabana, e será destinado a autoridades do trade.

 “O número de turistas brasileiros em nosso país era muito mais elevado nos anos 80 e 90, quando havia voos diretos do Rio de Janeiro à Costa do Marfim. Nosso objetivo é, sobretudo, retomar as relações com o Brasil”, afirma o diretor do Escritório de Turismo do país africano, Jean Jacques Kouassi.

O Turismo da Costa do Marfim tem em vista um projeto de voo charter que deve entrar em operação no próximo ano, a fim de atender a demanda principalmente do turismo religioso e de negócios do Brasil e do país africano. Segundo Kouassi, com a criação da companhia aérea, serão somente quatro horas de voo de Salvador e três horas e meia de Recife ou Natal à Costa do Marfim.

O Ministro do Turismo da Costa do Marfim, Aké Charles, vai abrir o evento com uma apresentação aos convidados, na qual vai expor alguns dados, novidades e atrações do setor de turismo do país. “Com a realização do workshop, o ministro vai mostrar as diversas possibilidades de investimentos que a Costa do Marfim oferece e, com isso, reforçar que nosso país está com as portas abertas para os brasileiros”, explica Kouassi. Após a apresentação, o Ministro, e também o embaixador da Costa do Marfim, Sylvestre Aka, estarão à disposição de eventuais perguntas ou dúvidas dos convidados.

Para mostrar algumas das facetas da Costa do Marfim, na ocasião será realizado um desfile de moda com peças desenhadas pela estilista costa-marfinense Yapo Michelle. Em seguida, o percussionista Gnapo Gnepa vai mostrar aos convidados um pouco da música do país africano. O evento será encerrado com um coquetel oferecido aos convidados.

No próximo dia 6 (terça-feira), às 10h, será oficialmente inaugurado o Escritório de Representação do Turismo da Costa do Marfim no Rio de Janeiro, com sede na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade.

Sobre o turismo da Costa do Marfim
Conhecida como o coração econômico do Oeste Africano e responsável por mais de 40% do PIB da União Econômica e Monetária do Oeste Africano (UEMOA) e 10% do PIB da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (CECEAO), a Costa do Marfim recebe, anualmente, cerca de 200 mil turistas, em sua maioria provenientes de países do Oeste Europeu como França, Inglaterra, Itália, Alemanha e Espanha. Com a recente política turística nacional implantada pelo governo marfinense, a previsão é de que o país de 322.500 km² dobre o número de turistas em poucos anos.

Por ser essencialmente agrícola, sendo o primeiro produtor e exportador mundial de cacau e castanha de caju e quarto exportador mundial de café, o país de 22 milhões de habitantes atrai um número significativo de turistas interessados no processo de plantação, cultivo e colheita de produtos, destacando-se no segmento de agroturismo.

O Turismo Religioso é outra opção oferecida pela Costa do Marfim, com destaque para a Basílica de Nossa Senhora da Paz, considerada uma das maiores do mundo e localizada em Yamoussoukro, capital administrativa do país.
Além de visitantes peregrinos, Yamoussoukro, bem como a capital econômica, Abidjan, recebem uma quantidade expressiva de turistas de negócios, já que grande parte dos congressos ocorrem nas duas cidades.

A Costa do Marfim conta com nove parques nacionais de grande porte, que atraem visitantes em busca de atividades de ecoturismo, além de possuir cerca de quinze praias, concentradas no litoral sul do país.

Detentora de moderna infraestrutura, a Costa do Marfim dispõe de hotéis de nível internacional e conta com três aeroportos internacionais (Abidjan, Bouaké e Yamoussoukro) além de dois portos, sendo um deles, localizado em Abidjan, o segundo maior da África Subsaariana.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

MARCA “BRASIL” ESTÁ MAIS CONHECIDA NO MUNDO: SUBIU 10 POSIÇÕES EM RANKING DE PAíSES



ranking Country Brand Index (CBI), elaborado pela empresa FutureBrand, mostrou que o Brasil subiu 10 posições na lista que avalia a força da marca de cada país no exterior. O Brasil ocupa  o 31º lugar entre os 113 países analisados. O estudo busca avaliar como cada país é visto por pessoas no exterior.

No ranking de 2011 dos 50 países que estão no topo da lista, o Brasil foi o que mais cresceu. Na América Latina, o nosso País fica atrás apenas da Costa Rica, que está em 24º lugar. No ranking anterior, de 2009, o Brasil ocupava a 41ª posição.

O estudo considerou fatores como a qualidade de vida, a facilidade de se fazer negócios, o turismo e a cultura. Além disso, um dos indicadores – chamado de "valores" – avalia a percepção que estrangeiros têm sobre cada país nos quesitos liberdade política, tolerância, sistema jurídico, liberdade de expressão e consciência ambiental.

De acordo com a FutureBrand, a percepção dos estrangeiros sobre o Brasil melhorou em relação à consciência ambiental, qualidade de vida e facilidade de se fazer negócios. No que se refere ao turismo, o Brasil ficou em segundo lugar em uma lista das melhores praias (atrás da Austrália) e terceiro lugar no ranking de vida noturna (atrás de Estados Unidos e Grã-Bretanha), segundo a opinião dos estrangeiros.

O estudo também destaca a posição do Brasil entre outros países emergentes. "A Índia (em 29º lugar) lidera os Brics em percepção geral da marca do país, mas o Brasil é a estrela em ascensão do grupo", informa o relatório da FutureBrand. "Depois de garantir a Copa do Mundo Fifa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, a posição do país no ranking geral subiu 10 posições, tornando o Brasil uma estrela ascendente no índice geral."

As dez "marcas" mais fortes, segundo o ranking da FutureBrand, são, na ordem, Canadá, Suíça, Nova Zelândia, Japão, Austrália, Estados Unidos, Suécia, Finlândia, França e Itália. Os pesquisadores ouviram 3.500 viajantes – entre turistas e empresários – e receberam informações de 102 especialistas e de 14 pesquisas de mercado. A maior parte da pesquisa foi realizada em julho deste ano.

A empresa FutureBrand é uma consultoria que atua na elaboração e análise de marcas no mercado internacional. A consultoria integra o grupo McCann Worldgroup, que reúne agências de publicidade em diversas partes do mundo.


Fonte: Agência Brasil