quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

CUBA, INUNDADA DE BELOS CARROS DOS ANOS 50, VIVE NOVOS ARES. TURISMO, CELULARES, COMÉRCIO PRIVADO SE EXPANDEM. O POVO, QUE RECONHECE A NECESSIDADE DA REVOLUÇÃO EM 1959 FIDEL, QUER MAIS, SEM SAIR DO ATUAL REGIME QUE DÁ EDUCAÇÃO E SAÚDE DE QUALIDADE. EMBARGO DOS EUA PODE SER MINIMIZADO COM A VIAGEM DO PRESIDENTE OBAMA A CUBA, EM MARÇO, ANUNCIADA PELA CASA BRANCA



Texto e fotos: Arnaldo Moreira

Quem nunca visitou Cuba pode ter naturalmente um ideia distorcida de como vivem os cubanos nesse esse país, onde, em 1959, Fidel de Castro, Che Guevara, Camilo Cienfuegos e outros patriotas derrubaram o ditador Fulgêncio Batista, que havia transformado Cuba em parque de diversões dos Estados Unidos, num reino de prostituição, onde o povo no interior não tinha o que comer e reinavam os poderosos donos da máfia estadunidense.




O regime cubano mantém um vigoroso culto à revolução, lembrada nos monumentos, em inscrições revolucionárias em muros, no artesanato que lembra, principalmente, o icônico revolucionário Che Ghevara.



Ao chegar a Havana, sentimos que o governo não mantém mais quem desembarca no no país debaixo do olho do regime, como nos duros anos após a revolução. 


Os grupos de turistas às dezenas tomam conta da capital cubana.



Mas não consegui visitar a Associação Cubana de Jornalistas - equivalente à ABI, o que significa que há ainda sérias restrições na



Pelo contrário, a capital fervilha em torno de uma tímida abertura comercial doméstica que já mostra, porém, muito tenuemente, efeitos na sociedade ávida por viver melhor - mas já entrou na era dos celulares e computadores, embora ainda sem um sinal de Internet de qualidade.

É, no entanto, justo e necessário, frisar que entre a grande maioria da população há uma unanimidade em defesa das conquistas sociais introduzidas pela Revolução. 


Na Praça da Revolução, o Ministério das Comunicações com a figura de Che Guevara na fachada

Todos reconhecem que o ato de Fidel foi necessário e desejam manter o regime, mas lamentam que o país esteja até hoje economicamente fechado, o que atribuem à consequências do bloqueio estadunidense, mas acham que está na hora do governo, hoje sob o comando de Raul Castro, lhes garantir uma vida menos apertada do que passaram a enfrentar após o fim da União Soviética.


Memorial José Marti, na Praça da Revolução, onde Fidel fazia os longos discursos


É absolutamente verdadeiro o orgulho que têm de seu país, e impõem reticências que em relação aos estadunidenses, criticando a manutenção de um embargo sem sentido e injustificável, por uma birra do conservador Partido Republicano.

Praça da Revolução


Para os cubanos o embargo é uma vingança mantida, mesmo passados quase seis décadas, pela ala mais retrógrada da sociedade estadunidense, calcada na expulsão dos mafiosos, que, com o beneplácito do governo dos EU, exploravam o povo da ilha da maneira mais vil: Havana foi ponto de jogo e prostituição até o governo Fulgêncio Batista.



Os cubanos têm muita esperança num momento novo, apesar das enormes dificuldades que enfrentam, principalmente na sua qualidade de vida. 



Por onde se anda na cidade de Havana, se vê uma quantidade enorme de gente que abriu um comércio na porta de casa, vendendo salgadinhos, artesanato. 


As caravans Hyundai são os novos táxis de Cuba  

Os taxistas, honestos, trabalham com os carros de propriedade do governo, ligados a cooperativas, onde pagam uma diária, sistema semelhante ao praticado no Brasil, com a diferença que os táxis são de empresas particulares.

Em Cuba, pelo que se percebe andando por sua ruas, não existe miséria, mas a maioria esmagadora de população é pobre
A verdade é que, como me dizia um jornalista que conheci, em Havana, que deixara o emprego numa emissora do governo para se dedicar ao aluguel de quartos em sua casa a turistas, "o governo não tem mais condições financeiras para garantir a sobrevivência da população que necessita se alimentar, vestir".


Ele reconhece que essa situação não é apenas do embargo dos EU, mas "porque o governo não se planejou para que o país no futuro tivesse uma economia forte, produtora, mesmo estatal, mas que atendesse às necessidades dos cubanos.


Esta é a casa mais antiga de Havana

O comentário se materializa na grande quantidade de edifícios, principalmente residenciais em mau estado, porque nem o estado nem quem mora neles tem meios para restaurá-los. 



"Ou se come, ou se restauram as casas. É preferível comer", como reconheceu um funcionário do sempre lotado Hotel Nacional, propriedade do governo e sem dúvida uma das boas fontes de renda da nação.


Cuba tornou-se um importante destino turístico caribenho. Havana, onde a sensação de segurança na rua é absoluta, está inundada de turistas, a maioria do Canadá, países da América Latina.


Havana é também visitado por turistas que chegam à capital em navios de cruzeiro.
São em bom número os alemães, italianos, chineses, franceses, espanhóis e portugueses (Air France, Ibéria e TAP, têm voos de Paris, Madrid e Lisboa, respectivamente, para Havana).


Este espaço, em Havana, onde foi no passado um hotel que foi demolido, nascerá um novo hotel, na orla.
Para atender a essa demanda turística, em Havana e Varadero, estão em construção ou em restauração edifícios que serão novos hotéis, em breve. 


O embargo estadunidense causou um daqueles "males que vêm para bem". Havana está coalhada de automóveis dos anos 50, Ford, Dodge, Chevrolet, entre outros que seriam vendidos pelos estadunidenses na ilha. 



Fidel Castro, após a revolução, não devolveu os carros como queriam os estadunidenses, mas os cubanos ficaram com um problema: a falta de peças de reposição, o que logo resolveram fabricando-as, em Cuba.

O Ford T resiste ao tempo depois de receber motor Diesel e peças de várias marcas


Hoje, uma pequena parte desses carros, está como nova, a maioria deles circula em bom estado e uma quantidade menor ruim. 


O russo Lada que na época da União Soviética chegava a Cuba às dezenas continuam circulando como táxis

Todos funcionando como táxis, são o charme de Havana e proporcionam agradáveis passeios pela cidade. Há-os às centenas pelas cidades cubanas.


Este Dodge, 1952, é um dos carros antigos restaurados que operam como táxis, o P, na placa identifica-o como tal.

A maioria funciona com motores a Diesel, adaptados. Param nas portas dos hotéis e em locais turísticos, esperando pelos ávidos turistas desejosos de experimentar a sensação de passear num deles.




Os cinquentões, andam nas ruas ao lado de Mercedes-Benz, Audi e MG (poucos), Peugeot, Citröen, Hyundai, e dos Geely, além da grande frota de Ladas e outras marcas russas, também táxis, da época em que a extinta União Soviética, que garantia a retaguarda política comunista a Fidel, enviou para Cuba, a título de doação.

Novos carros foram adquiridos pelo governo e formam a frota de táxis, como o chinês Geely, que por ironia tem as mesmas cores dos táxis de Nova York.
O país, assim, evolui, com notório atraso, de pelo menos 30 anos, experimentando novas formas estranhas a um regime comunista que, na verdade, já perdeu a sua essência , ao permitir o empreendedorismo privado.




Hoje, em Havana e demais cidades existe uma quantidade significativa de restaurantes, sorveterias, lojinhas de souvenires, e pequenos comércios de bebidas e alimentos e feiras de artesanato - vi-as em Havana e Varadero - privados, que o governo teve de permitir para evitar o agravamento do problema social. 



O povo deseja que as conquistas sociais da revolução permaneçam, mantendo o excelente sistema educacional, o bom padrão de saúde pública e a segurança pública perfeita.



Cubanos e turistas andam pelas ruas a qualquer hora sem serem abordados por ladrões. 

Não há em Cuba - pelo menos em Havana e Varadero, onde estive - moradores de rua, nem crianças e adolescentes perambulando pelas ruas.



A questão de Cuba são os salários insignificantes que cubanos recebem, mensalmente, o equivalente a entre US$ 10 e US$ 17, além de cotas de alimentação que, todos são claros em afirmar, não chegam para mais do que 15 dias do mês.

Para cobrir essa lacuna grave em sua alimentação, quem pode trabalha no turismo pelas gorjetas (propinas) que recebem. 



Nos hotéis e restaurantes é comum sermos atendidos por engenheiros, economistas, professores que preferem trabalhar nessa área, onde recebem as gorjetas que garantem a complementação da alimentação da família.

É inegável, Cuba possui uma estrutura turística excelente. A marina de Varadero, por exemplo, muito bem organizada, bonita, moderna, eficiente, como não existe nenhuma no Brasil.



Ali, operam 14 catamarãs de grande porte que realizam os passeios pelas ilhas, com muita diversão a bordo, e 20 iates para pesca esportiva, e passeios, todos de propriedade do governo, adquiridos da França há 10 anos.



Cuba precisa de entrar numa fase de desenvolvimento urgente, e os cubanos esperam que os Estados Unidos levantem o embargo, o que poderá ser acelerado com a visita histórica, em março, do presidente Obama.



Varadero está com o turismo em crescimento visível com a construção de sete novos hotéis. 



A praia é belíssima e os hotéis, como o Melià Varadero oferece excelentes serviços. Enfim, a sugestão é que visitem Cuba. Fiz questão de conhecer o país ainda na era Castro.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

ATENÇÃO: QUEM VIAJAR PARA MARROCOS PODE APROVEITAR OS PREÇOS DAS TARIFAS DA TAP QUE DUPLICARÁ A OFERTA PARA TÂNGER, CASABLANCA E MARRAQUEXE, A PARTIR DE JUNHO. OS VOOS DE IDA E VOLTA CUSTARÃO 198 EUROS


A TAP anunciou hoje que vai aumentar a partir de junho de três voos por semana para uma ligação diária a sua operação entre Lisboa e Tânger, em Marrocos, passando também a utilizar nesta rota os novos ATR72, com maior capacidade do que as aeronaves atualmente utilizadas, o que permite um crescimento de 187% na oferta de lugares entre as duas cidades durante o verão.

Recorde-se que na passada segunda-feira, a TAP tinha já anunciado em conferência de imprensa realizada em Casablanca um crescimento de 80% da sua oferta de e para Marrocos, considerando apenas o reforço de voos para Casablanca (de diário para bi-diário) e para Marraquexe (de quatro voos por semana para um voo diário).

Com o anúncio deste reforço dos voos também para Tânger, que serão igualmente operados nos novos aviões ATR72 ao serviço da TAP Express, a juntar-se ao crescimento antes anunciado para Casablanca e Marraquexe, a TAP praticamente duplica a sua operação entre Portugal e Marrocos no verão, com um aumento total da oferta de lugares de 96%.

Ao aumento do número de voos, a TAP alia também uma otimização dos horários, que passam a permitir oferecer no mercado marroquino ligações rápidas a partir de Lisboa a toda a rede de destinos TAP, que ganha assim uma posição muito competitiva em Marrocos.

Os dois voos diários entre Lisboa e Casablanca partem de Lisboa às 16h25 e 22h00, chegando ao destino às 18h15 e 22h50, respetivamente. 


De Casablanca, o voo da manhã parte às 5h35, chegando a Lisboa às 7h20, tendo a segunda frequência partida da cidade marroquina às 18h55 e chegada à capital portuguesa às 20h40.

O voo diário Lisboa – Marraquexe sai às 11h45 e aterra às 13h40 na “cidade vermelha”, de onde parte às 14h20 para aterrar na Portela às 16h15. 

Já Para Tânger, a partida diária será às 21h45, com chegada às 23h15 e, no sentido Tânger – Lisboa, a partida é às 5h40, com chegada a Lisboa às 7h05.

Para assinalar a duplicação da sua oferta de lugares entre Portugal e Marrocos, a TAP vai lançar uma campanha em que todos os voos diretos de ida e volta para os destinos marroquinos vão estar disponíveis a partir de 198 euros com todas as taxas incluídas.

EX-PRESIDENTE DA ABAV NACIONAL FOI ETERNIZADO NA GALERIA DOS PRESIDENTES DA ENTIDADE DOS AGENTES DE VIAGENS


       

O ex-presidente Nacional e atual vice-presidente de Capacitação e Certificação da ABAV Nacional, Antônio Azevedo, teve formalizado nesta quarta-feira (24) a inserção de seu quadro na galeria de past presidents da entidade. O momento foi acompanhado pelos membros da nova diretoria, presidida por Edmar Bull.

ANTES DE VIAJAR PARA AS ILHAS BAHAMAS, E PARA CUBA, OS BRASILEIROS E VIAJANTES DE OUTROS PAÍSES DA AMÉRICA LATINA, SÃO OBRIGADOS A FAZER A VACINA CONTRA A FEBRE AMARELA. CONSULTE A MULTIDESTINOS

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

SKÅL RIO DE JANEIRO FAZ ENCONTRO EXECUTIVO SOB OS AUSPÍCIOS DOS MAIS FAMOSOS PONTOS TURÍSTICOS DO BRASIL NO NOVÍSSIMO HOTEL PRODIGY SANTOS DUMONT, DA REDE GJP.


O panorama é de perder o fôlego e um dos trunfos do novo Hotel Prodigy, integrado ao Aeroporto Santos Dumont, que fica de cara para dois dos principais ícones do turismo carioca e brasileiro, o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, que, do terraço, parecem ter como sopé o espelho d'água da Marina da Glória.


Foi nesse ambiente que os skalegas cariocas se encontraram para realizar o mais prazeroso ato que os une no clube cujo nome é formado por quatro letras que definem a essência da vida e das relações humanas: S: Sundhet (Saúde); K: Kårlek (Amizade); A: Ålder (Longa Vida); L: Lycka (Felicidade) - S.K.Å.L., o seu almoço mensal, em plena confraternização.




Recepcionados pela gerente-geral do Hotel Prodigy Santos Dumont, Patrícia Aragão, os skalegas jogaram conversa fora e discutiram seus negócios durante o coquetel. 



Esse, aliás, é o objetivo do coquetel, em que, de forma descontraída, é cumprido um lema do SKÅL: fazer negócios entre amigos. O SKÅL é a única entidade no mundo que congrega todos os ramos de uma atividade econômica.



O hotel ocupa o espaço onde no passado eram as sedes das extintas Vasp e Varig, o que emocionou alguns dos associados, como Aldo Sivieiro que recordou com saudade as inúmeras vezes que esteve, em criança, no escritório de seu pai, funcionário da Varig.

Patrícia informou que o Prodigy Santos Dumont, do Grupo GLP Hotéis e Resorts, tem 290 apartamentos, opera também no sistema day use, que permite a passageiros em trânsito no aeroporto descansarem algumas horas até a hora do seu novo voo.



Assista o vídeo de Patrícia:
https://youtu.be/dpT6n54v3U0


O novo hotel tem também um centro de convenções para até 800 pessoas, e dois restaurantes, no térreo, para almoço executivo e a La Carte, e no terraço - com uma piscina, apenas para os hóspedes -, que funciona, diariamente, mas apenas para happy hour e jantar, com uma das mais belas vistas do Brasil, ambos abertos ao público.


O presidente Fábio da Luz pediu um minuto de silêncio em memória da skalega Alda Cabral Raziz, falecida recentemente.



No almoço, Fábio (ao centro na foto) homenageou os aniversariantes do mês, presentes, José Maria de Santucci e Francisco Carlos Rosa. 



O almoço contou com dois convidados executivos da empresa Multi Destinos, o diretor Comercial José Rodriguez Masid, o "Pepe", e o gerente Comercial, Leandro Horta, na foto na cabeceira da mesa.



O encontro-executivo de fevereiro foi o penúltimo da administração de Fábio da Luz, que deixará o comando do clube após cumprir dois mandatos. 



O próximo, acontecerá, em março, no Royal Rio Palace Hotel, em Copacabana, quando acontecerá a eleição do próximo presidente do SKÅL Rio de Janeiro.



Na ocasião, será ratificado no cargo o skalega Valci de Sousa, já unanimemente escolhido pelo quadro associativo. 



Fábio da Luz faz um apelo a todos os membros do SKÅL Rio para que compareçam em massa ao almoço em função do processo eleitoral.


Esta foto é de Patrícia Aragão

Após o almoço, os skalegas realizaram uma visita técnica às instalações do hotel.



quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

JORNALISTAS E PUBLICITÁRIOS LANÇAM PLATAFORMA PARA EXPLICAR O BRASIL AOS ESTRANGEIROS

plus55


Com objetivo de explicar o Brasil para o mundo, jornalistas e publicitários se reuniram para lançar a plataforma Plus55, plataforma de conteúdo exclusivamente voltada para estrangeiros. 

Toda a concepção do veículo que estreia na quarta-feira, 17, será em inglês, desde a escolha das pautas à redação.

O nome da plataforma faz referência ao código de comunicação que identifica o Brasil no mundo: +55. 

Com sede em São Paulo, o Plus55 foi idealizado pelo publisher Gustavo Ribeiro, que possui reportagens publicadas por veículos nacionais como Veja, Época e Folha de S. Paulo. Ele teve a ideia após morar durante três anos em Paris.

“Não se trata de simplesmente traduzir o conteúdo. É preciso adaptar e contextualizar a informação para o leitor estrangeiro", afirma Ribeiro. “O Brasil ainda é um país relativamente isolado, por questões geográficas, políticas e por barreiras linguísticas. Os estrangeiros conhecem pouco do nosso país. E quem conhece não entende direito. Somos um país que precisa de tradução”.
Segundo os criadores, o conteúdo publicado e disponibilizado gratuitamente será dividido em cinco núcleos: Power, Money Life, Ideas e Opinion. 


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

CONHEÇA O BRASIL! COM ESTE SLOGAN, A NOVA DIRETORIA DA ABIH NACIONAL INICIA SUA GESTÃO EM 2016

Reunião da Executiva Nacional da ABIH
Dilson Jatahy Fonseca Junior – presidente da ABIH Nacional, Manoel Linhares – vice-presidente da ABIH Nacional, Manuel Lisboa – diretor Financeiro da ABIH Nacional, Luciano de Castro Carneiro – diretor Adiministrativo da ABIH Nacional, Henrique Lens Cesar Filho – vice-diretor Financeiro da ABIH Nacional, Tomaz Ikeda – diretor Técnico da ABIH Nacional e Bruno Omori – diretor de Operações da ABIH Nacional

Com o slogan “Conheça o Brasil” e totalmente focada em cativar o brasileiro a viajar pelo país e a ampliar o número de hóspedes internacionais, a ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis) Nacional reuniu recentemente sua Executiva Nacional, em Brasília, para traçar essas e outras estratégias para o biênio 2016/2017.

No encontro, foi firmada ainda uma forte parceria com o portal MaisDestinos.com. Em breve, todos os hotéis associados à ABIH, terão suas reservas à disposição do viajante, via MaisDestinos.com.

O novo presidente da entidade Dilson Jatahy Fonseca Junior, proprietário da rede Catussaba de Hotéis (BA), diz que o portal MaisDestinos.com é uma grande vitrine do turismo brasileiro e é fundamental para incentivar o turismo interno e otimizar ainda mais as boas expectativas de lucro para o setor. 

Dilson Jatahy Fonseca Júnior conversou sobre essa nova parceria e sobre os futuros rumos da indústria hoteleira diante da crise nacional, com o diretor do portal MaisDestinos.com., Abrahão Salomão Neto:

Abrahão Salomão Neto – Estamos comemorando os bons ventos que sopram para o turismo interno, vivenciando um “boom” na área, bem na contramão de quase todos os outros setores econômicos do país. 

Com a atual cotação do câmbio, o Brasil está em alta. O que a indústria hoteleira pretende fazer para otimizar ainda mais o momento e atrair mais dividendos para o setor?

Dilson Jatahy Fonseca Júnior – Como presidente de ABIH Nacional, recém eleito para um mandato de dois anos, tenho a sorte de poder contar com uma diretoria extremamente qualificada, formada por mais de 50 líderes de todos os Estados, estamos unidos com o objetivo de fazer uma gestão compartilhada e aproveitar ao máximo o momento promissor ao turismo. 

Nos próximos dois anos, pretendemos fazer dessa diretoria, um marco na história da ABIH Nacional. 

Não podemos desperdiçar a chance que o país nos dá, de finalmente realizar o sonho de tantas décadas, de tornar o Brasil um destino tão ou mais disputado do que todos os outros lugares mais visitados do mundo. 

Essa é a nossa hora e pode ter a certeza de que todos, nessa diretoria, estamos altamente empenhados em mudar o panorama do turismo no Brasil. Por isso, a parceria com o MaisDestinos.com tem tanta importância. É com esse tipo de vitrine, que pretendemos conquistar mais viajantes.

Abrahão Salomão Neto – Nós sabemos que empresário moderno e bem sucedido, passa pela crise buscando soluções para o seu negócio. 

Esse é o momento de encontrar ferramentas eficientes para não se deixar castigar, em um momento de tanta conturbação política e econômica. 

No mundo globalizado e com alta visibilidade sobre tudo o que acontece, é preciso qualificar os hotéis brasileiros para uma disputa internacional. 

O que a ABIH Nacional pretende fazer para atingir maior qualidade de atendimento?

Dilson Jatahy Fonseca Júnior – Perfeito, a hotelaria é mesmo o setor mais estratégico do turismo e também o que exige os maiores investimentos. 

Além disso, a indústria do turismo vem da tradição de famílias que estão no negócio há muitas gerações. 

Isso diferencia nosso setor e, justamente por se tratar de um investimento de raiz, é da maior importância preservar as hospedagens que mantêm a história do nosso povo, as culturas de cada destino, de cada região, fortalecendo o objetivo temático de cada um desses empreendimentos. 

Nós somos de um setor da economia que mais paga impostos. Temos a maior carga tributária proporcional, comparada às outras atividades econômicas do Brasil e talvez do mundo. Por isso, passamos por tantas dificuldades.

Parcerias, como a que fizemos com o MaisDestinos.com, nos ajuda a driblar os momentos de aperto, na medida em que esse é um portal que permite que nossos hotéis associados encontrem mais uma opção de reserva e estejam em uma vitrine facilmente acessível ao viajante. 

Nós queremos todos os destinos brasileiros à mostra, seduzindo o viajante a conhecer nosso país. São poucas as pessoas que conhecem as nossas 27 capitais. Não pode! 

Se o papel do portal MaisDestinos.com é fazer chegar ao turista todas as nossas riquezas naturais e toda a infraestrutura disponível para receber o hóspede, com um custo irrisório, nossa parceria será longa e promissora.

Abrahão Salomão Neto – Além da ABIH Nacional, o portal MaisDestinos.com acaba de alinhar outra parceria, desta vez com o setor público. 

O Ministério do Turismo estará colocando o seu selo em nosso portal. Como o setor público pode contribuir na união do trade turístico brasileiro?

Dilson Jatahy Fonseca Júnior – Sim, um trabalho do porte do MaisDestinos.com tem que contar com o apoio de todos os setores do turismo. 


Não apenas dos empresários hoteleiros, como os prestadores de serviço nas áreas de alimentação e de lazer, de transporte e de qualquer outra que seja do interesse do viajante. 

O setor público deve ser o primeiro interessado na divulgação honesta e eficiente do Brasil. 

É evidente que o Ministério do Turismo vai querer estar ao lado de iniciativas que colocam em evidência o que o Brasil tem de melhor na tela de computadores do mundo inteiro.

Nessa reunião da executiva da ABIH Nacional, um dos assuntos da nossa pauta foi justamente montar a melhor maneira de dialogar com o poder público, na elaboração de estratégias que ajudem a alavancar turismo interno, que promovam a desoneração do setor e, ainda assim, gerem divisas para o país. 


Estamos muito otimistas, pois as peculiaridades da economia atual devem nos ajudar. 

Rede hoteleira, poder público e MaisDestinos: nossos objetivos se convergem. 

Todos temos que estar juntos, não só os governos da União, dos Estados e Municípios, bem como a ABIH Nacional, a ABIH de cada Estado e as seccionais das nossas cidades com potencial turístico e todas as entidades voltadas para o setor. Vamos “Conhecer o Brasil“, provocar os brasileiros na valorização do País, dos Estados, das cidades circunvizinhas, gerar novos empregos, promover a prosperidade de um povo, de uma comunidade, de um lugar e fazer um Brasil melhor em condições de igualdade de disputa turística internacional. 

Precisamos despertar a vontade de “Conhecer o Brasil“. Contamos com o MaisDestinos.com.


Reunião da executiva nacional da Abih
Dilson Jatahy Fonseca Junior, presidente da ABIH Nacional, Manoel Linhares – vice-presidente da ABIH Nacional, Manuel Lisboa – diretor Financeiro da ABIH Nacional, Luciano de Castro Carneiro – diretor Adiministrativo da ABIH Nacional, e Henrique Lens Cesar Filho – vice-diretor Financeiro da ABIH Nacional

Uma pausa na reuniões para um papo descontraído
Uma pausa nas reuniões para um papo descontraído regado a um bom alentejano “Esporão”.