As autoridades israelenses, por medida de segurança impediram o acesso de judeus e turistas estrangeiros a alguns dos locais considerados santos mais visitados de Jerusalém, diante da ameaça de distúrbios.
O porta-voz da polícia, Micky Rosenfeld, disse à CNN que a decisão foi tomada após uma avaliação de segurança logo após a distribuição dos entre a população de Jerusalém e divulgados através do site de notícias Ynet israelense, ligado ao partido Likud, de direita, e membro do Moshe Feiglin.
Ambos, através de um comunicado, negaram a autoria do folheto considerando-o "fictício". "Sem dúvida, um inquérito policial simples seria suficiente para desvendar quem está por trás do anúncio", sugere o comunicado.
Diversas pessoas ligadas ao Feiglin foram impedidas de entrar no local na manhã deste domingo, segundo Rosenfeld, ao revelar que adoradores muçulmanos foram autorizados a entrar na mesquita al-Aqsa (foto abaixo), considerada o terceiro local mais sagrado do Islã. Já os judeus consideram o Monte do Templo o local mais sagrado de Jerusalém.