Texto: Arnaldo Moreira
Recife, terra do frevo e do maracatu, a Veneza brasileira, que encanta por sua cultura e povo alegre, festeiro, foi meu lar nos últimos 12 dias.
Não a conheci como hoje está, com a área do porto revitalizada, com museus, a casa de cultura, repleta de artesanato, e belos e bons restaurantes e bares.
Deixei Recife certo de que seu povo é um defensor acérrimo da cultura e da história de sua cidade.
Foto: A.M.
Olinda, ó, como é lindo esse formoso sítio histórico, com suas ladeiras e casario colonial, onde se vive sempre em festa.
É uma cidade onde se respira turismo e respeito pelo passado, terra de Seu Alceu - como carinhosa e respeitosamente meu filho Daniel chama esse monstro sagrado da música pernambucana, Alceu Valença – ele ama tanto sua terra que à sua afilhada, filha de seu amigo Bill, deu o nome de Olinda, e ao irmão dela, também seu afilhado, Pernambuco.
Foto: A.M.
Pernambuco hipnotiza a gente, com uma energia que emerge de seu histórico centro e que emerge sob suas pontes.
Foto: A.M.
Olinda, ó, como é lindo esse formoso sítio histórico, com suas ladeiras e casario colonial, onde se vive sempre em festa.
Foto: A.M. |
Foto: A.M.
Pernambuco hipnotiza a gente, com uma energia que emerge de seu histórico centro e que emerge sob suas pontes.
Navegar nos dois rios Beberibe e Capibaribe, que banham Recife, no Catamarã que rasga as águas em passeios que mostram a outra face da cidade, tanto durante a tarde, com direito ao pôr-do-sol, ou o noturno com seus mistérios e lendas, é programa obrigatório e imperdível.
É quando vemos a terra como os portugueses e os espertos holandeses - que só ficaram por ali 24 anos - a viram quando desembarcaram.
Recife – Centro Histórico
História é o que mais se vive e respira no Centro de Recife.
Os inúmeros casarões e edifícios coloniais, preservados, na sua maioria, lembram um passado que os pernambucanos viveram entre a cultura portuguesa e a holandesa, que durou 24 anos, até as tropas de Portugal expulsarem os holandeses da província.
Foto: A.M.
O Centro do Recife é hoje de fato um importante pólo turístico nacional, que conta com atrativos diversos de ordem cultural e histórico.
História é o que mais se vive e respira no Centro de Recife.
Foto: A.M.
Os inúmeros casarões e edifícios coloniais, preservados, na sua maioria, lembram um passado que os pernambucanos viveram entre a cultura portuguesa e a holandesa, que durou 24 anos, até as tropas de Portugal expulsarem os holandeses da província.
Foto: A.M.
Uma visita para conhecê-lo pode começar pelo Marco Zero, local de reuniões, manifestações públicas e partida do Carnaval do Recife, e em torno do qual se localizam os Museus do Cais do Sertão, que retrata com muita fidelidade a vida do sertanejo e homenageia Luiz Gonzaga, do Paço do Frevo, o Centro de Artesanato de Pernambuco, os novos Armazéns do Porto, com seus bares e restaurantes, e o shopping Paço da Alfândega adaptado em um belo prédio onde funcionava a alfândega.
De tarde, o passeio continua pelas coloniais ruas do centro, até a hora do passeio de Catamarã, vale a pena conhecer o Centro de Artesanato, onde se encontram interessantes e variadas peças produzidas por artistas pernambucanos.
Foto: A.M.
Chegada a hora de almoço, fui conhecer o Restaurante Dom Pedro, na Rua do Imperador Pedro II, 376, o mais antigo da cidade, que completa meio século de atividade ininterrupta, e é ponto de encontro da sociedade pernambucana, magistrados, políticos, jornalistas e intelectuais, especializado em comida portuguesa.
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Foto: A.M. |
De tarde, o passeio continua pelas coloniais ruas do centro, até a hora do passeio de Catamarã, vale a pena conhecer o Centro de Artesanato, onde se encontram interessantes e variadas peças produzidas por artistas pernambucanos.
São imperdíveis as visitas ao Instituto Brennand, eleito em 2015 o melhor Museu da América do Sul, uma área a céu aberto, onde estão expostas as obras fantásticas do artista, e à Oficina de Cerâmica de Francisco Brennand.
Foto: A.M.