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A Praça do Rio, coração da Baixa de Lisboa, com o Castelo de S.Jorge ao alto |
Miguel Baltazar/Negócios - Fotos: Arnaldo Moreira
O Parque das Nações é o local mais caro para viver em Lisboa. Nesta área, cada metro quadrado tem o custo médio de 3.625 euros. Em contraponto, as zonas periféricas – Alto do Pina, Marvila, Beato ou Olivais – são as mais baratas: 2.370 euros por metro quadrado.
A conclusão é do recente estudo da imobiliária Cushman & Wakefield, que analisa o mercado residencial na cidade de Lisboa.
A maior concentração de população (27,5%), os maiores agregados e o perfil etário mais jovem registam-se na zona que integra bairros como Benfica, Campolide, Telheiras ou Lumiar.
Em contraponto, Baixa-Chiado e a zona da Estrela, Lapa e Santos são aquelas com menos população residente, distribuída por agregados familiares mais reduzidos.
A Baixa-Chiado é a zona a registar a taxa de desocupação mais elevada, nos 11%. Já a área que compreende bairros como Alto do Pina, Beato, Marvila ou Olivais possui a menor taxa de desocupação, abaixo dos 4%.
A Cushman & Wakefield fala numa "recuperação do sector" que arrancou no ano passado. Face a 2012, a procura na área metropolitana de Lisboa cresceu 47% em 2013.
"Nos primeiros meses de 2014 esta evolução positiva deu já sinais de se manter, com um crescimento da procura no primeiro trimestre de 60% face ao período homólogo do ano anterior", acrescenta.
O impacto dos investidores estrangeiros no país não é esquecido, uma vez que mexem já com mais de 10% dos imóveis transaccionados.
Os dados da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) revelam que no primeiro trimestre deste ano já foram 3.500 os estrangeiros a investir no imobiliário nacional.
O Parque das Nações é o local mais caro para viver em Lisboa. Nesta área, cada metro quadrado tem o custo médio de 3.625 euros. Em contraponto, as zonas periféricas – Alto do Pina, Marvila, Beato ou Olivais – são as mais baratas: 2.370 euros por metro quadrado.
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Imagem de Lisboa, com suas mansardas, feita do Mirante do Largo do Carmo |
"O produto residencial existente no Parque das Nações (foto) tem como público-alvo famílias de classe média-alta, que valorizam uma construção de qualidade e moderna", diz a pesquisa.
A segunda área com preços mais elevados engloba os bairros da Lapa, Estrela e Santos. Aqui, o metro quadrado custa 3.562 euros.
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Na Av. da Liberdade, junto aos Restauradores, o elevador da Glória, de acesso ao Bairro Alto. O edifício da esquerda é da Secretaria de Turismo. |
A maior concentração de população (27,5%), os maiores agregados e o perfil etário mais jovem registam-se na zona que integra bairros como Benfica, Campolide, Telheiras ou Lumiar.
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O Restaurante João do Grão, na Rua dos Correeiros, 222, é um dos mais tradicionais da capital e tem quase 200 anos. |
A população mais envelhecida reside nas zonas de Belém, Alcântara, Avenidas Novas e nos bairros tradicionais como Alfama, Sé, Castelo ou Graça.
Os residentes com rendimentos mais elevados tendem a concentrar-se nas Avenidas Novas (São Sebastião da Pedreira, Campo Grande, Alvalade), Lapa, Estrela e nos bairros de Benfica, Campolide e Telheiras. Já os rendimentos mais baixos registam-se na área suburbana e nos bairros tradicionais.
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Lisboa tem excelentes e luxuosos shoppings |
A tradicional Rua Garret, na Baixa, que nos leva à famosa Brasileira do Chiado |
A Baixa-Chiado é a zona a registar a taxa de desocupação mais elevada, nos 11%. Já a área que compreende bairros como Alto do Pina, Beato, Marvila ou Olivais possui a menor taxa de desocupação, abaixo dos 4%.
A Cushman & Wakefield fala numa "recuperação do sector" que arrancou no ano passado. Face a 2012, a procura na área metropolitana de Lisboa cresceu 47% em 2013.
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Longe do Centro, o Mosteiro dos Jerônimos fica em Belém, bem perto dos famosos Pastéis de Belém |
Os dados da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) revelam que no primeiro trimestre deste ano já foram 3.500 os estrangeiros a investir no imobiliário nacional.